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	<title>Cordel da Vida</title>
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		<title>Cordel da Vida</title>
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		<title>Não havia lugar na hospedaria</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 23:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jônatas da Cunha Ferreira

Lucas foi um pesquisador acurado (Lucas 1.3) e descreve o nascimento de Jesus com mais detalhes que qualquer outro evangelista. No início do segundo capítulo, ele narra a ida de José e Maria até Belém por conta do recenseamento promovido pelo imperador César Augusto. Maria estava grávida e, por ocasião da chegada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=441&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Jônatas da Cunha Ferreira</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-442" title="091218_nao-havia-lugar" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/12/091218_nao-havia-lugar.gif?w=440&#038;h=160" alt="" width="440" height="160" /></p>
<p>Lucas foi um pesquisador acurado (Lucas 1.3) e descreve o nascimento de Jesus com mais detalhes que qualquer outro evangelista. No início do segundo capítulo, ele narra a ida de José e Maria até Belém por conta do recenseamento promovido pelo imperador César Augusto. Maria estava grávida e, por ocasião da chegada a Belém, ocorreu completarem-se os dias de sua gestação. Ele prossegue, dizendo: “e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lucas 2.7).</p>
<p>Ao mesmo tempo em que Lucas parece mostrar que a falta de lugar na hospedaria era uma condição particular de José e Maria – por meio da expressão “lugar para eles” – ele não descreve claramente as razões pelas quais eles não puderam hospedar-se. Não é difícil concluir que a cidade estivesse relativamente cheia, já que cada um deveria ir a sua cidade natal para alistar-se. Pessoas naturais da cidade que, como José e Maria, já não moravam mais ali, estavam lá naqueles dias para o censo, ocupando os poucos lugares que se disponibilizavam para os viajantes.<span id="more-441"></span></p>
<p>O fato é que eles não encontraram um lugar para Jesus nascer. Lucas também não comenta sobre quem acolheu José e Maria no estábulo. É possível supor que os donos da hospedaria se sensibilizaram com o casal, oferecendo-lhes o único lugar restante. Seria melhor ficarem na estrebaria que ao relento, considerando o estado avançado da gravidez de Maria. Mas, de alguma forma eles se conduziram – ou foram conduzidos – até aquele lugar. Ali, perto dos animais, nasceu Jesus que, envolto em panos, foi deitado na manjedoura.</p>
<p>É claro que as pessoas em Belém não sabiam que se tratava do nascimento do Messias e, além disso, este acontecimento foi planejado por Deus exatamente nestes moldes, conforme palavra dos profetas – desde seu nascimento Jesus nos ensinou a humildade. O destaque do evangelista é que não havia lugar para ele na hospedaria.</p>
<p>Mesmo muitos natais depois deste – mais de dois mil – parece-me continuar não havendo lugar para ele na hospedaria. Mas agora, na hospitalidade do coração. Mesmo hoje, deixamos Jesus no estábulo – na periferia de nosso interesse e de nossa honra. O deixamos deitado na manjedoura, junto com todas que não consideramos importantes. Não nos alegramos com sua chegada, nem lhe servimos com o melhor que temos. Não o honramos como o Rei dos reis e Salvador, nem lhe oferecemos as primícias de nossa vida. Não nos importamos em agradá-lo como Senhor soberano – aliás, onde foi parar o desejo de agradar a Deus?</p>
<p>Andamos com o coração ocupado demais. Não há espaço para o menino de Belém, o nosso Redentor. E sobre nós pesa o fato de que sabemos se tratar do Messias quando ignoramos sua Suprema Majestade, negando-lhe a honra e reverência devidas.</p>
<p>O Natal que celebra o nascimento de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, é tempo de despertar da negligência e olhar para Ele que é o centro da história e da vida. É tempo de exultar com o que realmente alegra eternamente – a ação redentora de Deus no mundo. É tempo – em tempo – de dar a Ele, que é o Alfa e o Ômega, a honra devida ao seu nome, como faz o salmista:</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1543" title="_aspas" src="http://iptubarao.files.wordpress.com/2009/04/_aspas.gif?w=42&#038;h=24" alt="" width="42" height="24" /><strong>Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade</strong>.<br />
<span style="color:#888888;">(Salmo 8.1).</span></p>
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		<title>O mais importante das coisas mais importantes</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 00:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Jônatas da Cunha Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Prioridades]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com Deus]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida Devocional]]></category>

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		<description><![CDATA[Jônatas da Cunha Ferreira

Algo é realmente preocupante no desenvolvimento de uma espiritualidade cristã sadia na cultura moderna: o tempo. Administrar bem o tempo, dividindo-o entre família, trabalho e lazer, em um contexto cada vez mais exigente e esgotante, passa ser um desafio dos mais difíceis.
É aqui que surge o problema. Quando tem de se estabelecer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=435&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Jônatas da Cunha Ferreira</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-437" title="091211_coisa-importante-das-coisas-importantes" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/12/091211_coisa-importante-das-coisas-importantes1.gif?w=440&#038;h=160" alt="" width="440" height="160" /></p>
<p>Algo é realmente preocupante no desenvolvimento de uma espiritualidade cristã sadia na cultura moderna: o tempo. Administrar bem o tempo, dividindo-o entre família, trabalho e lazer, em um contexto cada vez mais exigente e esgotante, passa ser um desafio dos mais difíceis.</p>
<p>É aqui que surge o problema. Quando tem de se estabelecer as prioridades da agenda de compromissos e atividades diárias, a tendência é colocar no topo aquilo que tem efeito ou prazer imediato, empurrando para o fim, para o caso de sobrar um tempinho – que, de fato, nunca sobra – tudo que é de longo prazo e que precisa de um investimento maior. Com isso, relega-se o tempo saudável com os filhos e com o cônjuge e o cultivo de amizades profundas, isso sem falar de tudo que é de natureza eterna e espiritual (essas ficam no último lugar das últimas coisas).</p>
<p>Isso revela a natureza de nossas preocupações. Na verdade, fazer esse tipo de opção é demonstrar que se está mais preocupado – e ocupado – com o próprio umbigo que com qualquer outra coisa. É sofrer da síndrome de Narciso, o herói da mitologia grega que morreu afogado por estar apaixonado por sua imagem refletida na água. E, quando estamos ocupados demais, criamos para nós mesmos, quase sem notar, dificuldades sérias – que por pouco são intransponíveis – para perceber e ouvir o outro, que muitas vezes é o próprio filho ou cônjuge.<span id="more-435"></span></p>
<p>E se temos dificuldades de perceber e ouvir o outro, a quem nós vemos, mesmo que seja eventualmente, o que dizer então de perceber, ouvir e aprofundar-se no relacionamento com Deus, a quem não vemos?</p>
<p>Com Ele o negócio é ainda mais complicado. Não há investimento sólido e constante para um relacionamento profundo e íntimo (aliás, a constância é necessária em qualquer relacionamento). Não há investimento devocional individual, nem comunitário. Não há participação no estudo da Bíblia, nas orações e na comunhão. O envolvimento – que é o investimento – é o menor possível.</p>
<p>Não há preocupação – e ocupação real – com a vontade revelada de Deus que define o nosso dever e o padrão de nossa responsabilidade. Não há um desejo ardente e coerente de conhecer a Deus e agradá-Lo em cada escolha ou prioridade definida na vida. Deixa-se de lado a razão, primária e básica, pela qual se deve seguir certo caminho ou fazer certa escolha. Na verdade, agradar a Deus tornou-se uma idéia distante e vaga, diluída na doutrina moderna de satisfação pessoal instantânea.</p>
<p>Por que não desejamos agradar a Deus? Por que vivemos tão pouco preocupados com Sua vontade? Por que não investimos de forma constante em um relacionamento com Ele? Alguém certamente dirá: “É culpa da correria do dia-a-dia”. Ou ainda: “É porque não tenho tempo”. E terá pecado duas vezes. A primeira pela negligência do relacionamento com Deus e de sua vontade. A segunda por mentir. Na verdade, temos tempo e nunca estamos muito cansados para o que consideramos realmente importante.</p>
<p>O contraste de tudo isso é que ao mesmo tempo em que banimos o Deus trino e a sua Palavra para o último lugar das últimas coisas de nossa vida, Ele mesmo se ocupa conosco em amor eterno, porquanto diz:</p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho. Quanto mais eu os chamava, tanto mais se iam da minha presença; sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura. Todavia, eu ensinei a andar a Efraim; tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e me inclinei para dar-lhes de comer (Oséias 11.1-4).</span></p>
<p>Sendo imenso em poder e glória, enquanto somos apenas como um sopro, cujos dias são como a sombra que passa, Ele nos trata com amor, como se cada um de nós individualmente fosse a coisa mais importante das coisas mais importantes que existem, a ponto de esvaziar-se de sua glória para sofrer e morrer como homem por causa de nossos pecados. E quanto a nós, tendo tal grandeza, suficiência e glória diante dos nossos olhos, preferimos o vil, o corruptível e passageiro.</p>
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		<title>Desculpas&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 04:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Glória de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[Jônatas Cunha


“Hoje está tão frio! Acho que não vou à igreja”. Se você nunca disse isso, tenho certeza de que, pelo menos uma vez, já pensou. Não é difícil encontrar (ou inventar) desculpas como essa para não irmos à igreja. No inverno a desculpa é o frio, no verão é o calor, na primavera é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=431&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Jônatas Cunha</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><img class="alignnone size-full wp-image-432" title="091004_desculpas" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/10/091004_desculpas.gif?w=445&#038;h=150" alt="091004_desculpas" width="445" height="150" /><br />
</span></p>
<p>“Hoje está tão frio! Acho que não vou à igreja”. Se você nunca disse isso, tenho certeza de que, pelo menos uma vez, já pensou. Não é difícil encontrar (ou inventar) desculpas como essa para não irmos à igreja. No inverno a desculpa é o frio, no verão é o calor, na primavera é a chuva. Durante a semana é o trabalho, no fim de semana é o descanso, no feriado é o recesso. De manhã é cedo demais, à noite é muito tarde.</p>
<p>Também temos desculpas para não nos envolver com o trabalho do Reino de Deus. A mais comum é a falta de tempo, mas também usamos a falta de dons ou a timidez. E por aí vai. Arrumamos desculpas para não orar, para não ler a Bíblia, para não evangelizar, para não dar o dízimo, etc. No entanto, o que estas e outras desculpas revelam é que, na verdade, não damos assim tanta importância a Deus como pensamos.</p>
<p>Sempre que usamos dessas desculpas desprezamos o valor eterno e infinito de Deus. É assim porque as desculpas pretendem camuflar ou justificar a troca que fazemos do valor do Reino e da Glória de Deus por coisas de valor finito. E quando trocamos Deus por qualquer coisa de valor finito, seja o que for, desprezamos o valor infinito de Deus. Na prática estamos dizendo para Ele: “Você não é nem importante, nem bom o suficiente, nem realmente necessário para mim”.<span id="more-431"></span></p>
<p>É como um homem que diz valorizar sua esposa pelo fato de todos os anos lhe fazer uma surpresa no aniversário de casamento, mas que todos os dias inventa desculpas para não ir para casa depois do trabalho para estar na companhia dos amigos. Ele pensa que a valoriza, mas de fato a despreza quando desconsidera o valor de sua companhia.</p>
<p>As desculpas são uma tentativa, talvez inconsciente, de convencer a nós mesmos de que não há nada de errado na maneira morna, distante e seca com que nos relacionamos com Deus. Uma tentativa da nossa velha natureza rebelde de calar a voz do Espírito de Deus que alerta para a necessidade que temos da misericórdia, da glória de Deus em Cristo e da comunhão no seu Reino todos os dias.</p>
<p>Por isso o apóstolo Paulo disse: “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo…” (Filipenses 3.7-8).</p>
<p>O que Paulo está dizendo é que o valor de estar diante de Deus em Cristo é infinitamente maior e melhor que qualquer benefício ou conforto do presente. Por isso, considerar tudo como perda por causa de Cristo não é nenhum sacrifício. Considerar tudo como refugo é na verdade abrir mão de coisas de insignificante valor por aquilo que tem valor infinito. É ter prazer em Deus acima de todas as coisas. É amá-lo verdadeiramente e ser apaixonado por sua Glória. É ter sede de servi-lo e de lhe ser fiel em tudo, mesmo que o preço seja a própria vida.</p>
<p>Assim, todas as desculpas acabam sendo aquela do cego do qual fala o ditado popular, porque o valor de Cristo é inigualável. E no fim das contas, não temos desculpas porque o que não falta é motivo para ir à igreja ou para ter uma vida devocional regular (o valor da Glória de Deus é motivo mais que suficiente). O que falta é amor a Deus e paixão por sua Glória. Se tiver isso em meu coração, não me importarei se está frio ou quente, se é segunda, sábado ou domingo, se está cedo ou tarde, se está longe ou perto, se tenho carro ou se ando a pé. A única coisa que me importará é o valor infinito da Glória de Deus em Jesus Cristo, meu Salvador.</p>
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		<title>A finalidade do amor de Deus pode não ser o que você pensa que é</title>
		<link>http://cordeldavida.wordpress.com/2009/09/24/a-finalidade-do-amor-de-deus-pode-nao-ser-o-que-voce-pensa-que-e/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Glória de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[John Piper

As pessoas vão ao Grand Canyon para melhorar sua auto-estima? Provavelmente não. Isso é, ao menos, uma pista de que a mais profunda alegria na vida não vem simplesmente da contemplação, mas da percepção da glória. E no final das contas, nem mesmo o Grand Canyon servirá para isso. Fomos criados para ter prazer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=426&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">John Piper<em></em></span></p>
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<p>As pessoas vão ao <em>Grand Canyon</em> para melhorar sua auto-estima? Provavelmente não. Isso é, ao menos, uma pista de que a mais profunda alegria na vida não vem simplesmente da contemplação, mas da percepção da glória. E no final das contas, nem mesmo o <em>Grand Canyon</em> servirá para isso. Fomos criados para ter prazer em Deus.</p>
<p>Todos nós estamos inclinados a crer que somos o centro do universo. Como seremos curados desta doença que destrói a alegria? Talvez ouvindo, uma vez mais, sobre quão radical é a realidade centrada em Deus de acordo com a Bíblia.</p>
<p>Tanto o Antigo como o Novo Testamento nos falam que o amor de Deus é um meio pelo qual o glorificamos. “Cristo foi constituído ministro… para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia” (Romanos 15.8,9). Deus tem sido tão misericordioso para conosco que deveríamos exaltá-lo. Vemos isso também quando Paulo diz que “em amor [Deus] nos predestinou para ele… para louvor da glória de sua graça.” (Efésios 1.4-6). Em outras palavras, a finalidade do amor de Deus por nós é que possamos glorificá-lo. Vemos mais uma ilustração disso no Salmo 86.12-13: “glorificarei para sempre o teu nome. Pois grande é a tua misericórdia para comigo”. O amor de Deus é o motivo. Sua glória é a finalidade.<span id="more-426"></span></p>
<p>Isto é surpreendente. O amor de Deus não está enaltecendo nosso valor, mas salvando-nos de uma vida centrada em nós mesmos para que, assim, possamos nos alegrar nele, exaltando-o para sempre. Também, nosso amor pelos outros não exalta o valor deles, mas os ajuda a encontrar satisfação na exaltação de Deus. O verdadeiro amor leva as pessoas à satisfação na glória de Deus. Qualquer tipo de amor que termine no homem é destrutivo no fim. Ele não conduz as pessoas para a única alegria eterna, que é Deus. O amor tem de ser centrado em Deus, ou então não é amor verdadeiro, porque deixa os homens sem sua última esperança de alegria.</p>
<p>Veja a cruz de Cristo, por exemplo. A morte de Jesus Cristo é a expressão última do amor divino: “Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8). A Bíblia ainda fala que o objetivo da morte de Cristo foi “para manifestar a justiça [de Deus], por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos” (Romanos 3.25). Deixar os pecados impunes cria um enorme problema para a justiça de Deus. Isso faz com que ele se pareça com um juiz que liberta um criminoso sem a devida punição. Em outras palavras, a misericórdia de Deus põe a sua justiça em risco.</p>
<p>Assim, para vindicar sua justiça, Deus faz o impensável – entrega seu Filho para a morte como punição substituta por causa de nossos pecados. A cruz deixa claro para todos que Deus não varreu o pecado para debaixo do tapete do universo. Ele puniu os pecados em Jesus para o benefício daqueles que creem.</p>
<p>Entretanto, note que, no fim das contas, este ato de amor tem como centro a vindicação da justiça de Deus. O amor da sexta-feira da paixão é o amor que glorifica Deus. Deus exalta a si mesmo na cruz. Se não fosse assim, ele não poderia ser justo e, ao mesmo tempo, nos salvar de nossos pecados. Não obstante, é um erro dizer, “bem, se o alvo era nos salvar, então nós somos a finalidade última da cruz”. Não. Nós somos salvos do pecado a fim de vermos e provarmos a glória de Deus. Este é, enfim, o amoroso alvo da morte de Cristo. Ele não morreu para a exaltação do nosso valor, mas a fim de nos dar a liberdade para ter prazer eterno na exaltação de Deus.</p>
<p>É um grande erro transformar a cruz em uma experiência da auto-estima como raiz da saúde mental. Se eu fico diante do amor de Deus e não sinto uma saudável, satisfatória e libertadora alegria a menos que transforme o amor em um eco da minha auto-estima, então sou como um homem que fica diante do <em>Grand Canyon</em> e não fica maravilhado até que traduza o cânion em um objeto que possua significado pessoal. Isso não é saúde mental, mas um cativeiro de si mesmo.</p>
<p>A cura para essa escravidão é perceber que Deus é o único no universo para quem a auto-exaltação é o maior ato de amor. Exaltando a si mesmo – como o <em>Grand Canyon</em> – ele recebe a glória e nós recebemos a alegria. A melhor notícia em todo o mundo é que não há nenhum conflito entre a minha paixão pela alegria e a paixão de Deus por sua glória. O elo que amarra essas realidades juntas é a verdade de que Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele. Jesus Cristo morreu e ressuscitou para perdoar a traição de nossa alma, que nos tirou do prazer em Deus para o prazer em nós mesmos. Na cruz de Cristo, Deus nos salva da casa dos espelhos e nos conduz para as montanhas e cânions de sua majestade. Nada nos satisfaz – ou o glorifica – mais.</p>
<p><span style="color:#888888;">&#8211;<br />
Tradução Livre: Jônatas Cunha<br />
Publicado Originalmente no <em>Dallas Morning News</em></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>O Espírito Santo e a evangelização</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Missões]]></category>

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		<description><![CDATA[Ronaldo Lidório


Escrevo este artigo como um reconhecimento de que, sem a ação do Espírito Santo, a compreensão teológica bem como as estratégias missionárias serão insuficientes na dinâmica da propagação do evangelho e da multiplicação de igrejas. Dependemos do Espírito para converter o coração do povo, uni-lo, levá-lo a adoração a Cristo e inflamá-lo a pregar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=418&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Ronaldo Lidório</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><img class="alignnone size-full wp-image-423" title="090915_espirito-santo" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/09/090915_espirito-santo.gif?w=445&#038;h=150" alt="090915_espirito-santo" width="445" height="150" /><br />
</span></p>
<p>Escrevo este artigo como um reconhecimento de que, sem a ação do Espírito Santo, a compreensão teológica bem como as estratégias missionárias serão insuficientes na dinâmica da propagação do evangelho e da multiplicação de igrejas. Dependemos do Espírito para converter o coração do povo, uni-lo, levá-lo a adoração a Cristo e inflamá-lo a pregar o evangelho. E o vento sopra onde quer.</p>
<p>Se olharmos o crescimento da Igreja em um panorama mundial, perceberemos que o crescimento evangélico foi 1.5 % maior que o Islã na ultima década [1] . O evangelho já alcançou 22.000 povos nestes últimos 2 milênios. Temos já a Bíblia traduzida hoje em 2.220 idiomas. As grandes nações que resistiam ao evangelho estão sendo fortemente atingidas pela Palavra, como é o caso da Índia e China, que em breve deverão hospedar a maior Igreja nacional (e informal) sobre a terra. Um movimento missionário apoiado pela Dawn Ministry plantou mais de 10.000 igrejas-lares no Norte da Índia na última década, em uma das áreas tradicionalmente mais fechadas para a evangelização. No Brasil, em lugares menos evangelizados como o sertão nordestino, o norte ribeirinho e indígena, e o sul católico e espírita, vemos grandes mudanças na última década, com o nascimento de novas igrejas, a multiplicação de movimentos evangelísticos e o crescimento da liderança local. Patrick Johnstone nos informa que jamais tivemos um crescimento tão expressivo da Igreja como em nossos dias [2].</p>
<p>Duas perguntas poderiam surgir perante este quadro: Qual a relação entre a expansão do evangelho e a pessoa do Espírito Santo? E quais os critérios para uma Igreja, cheia do Espírito, envolver-se com a expansão do evangelho do Reino?</p>
<p>Em uma macrovisão, percebemos que essa relação poderia ser observada em três áreas distintas, porém, inter-relacionadas: 1. através da essência da pessoa do Espírito e de sua função na Igreja de Cristo; 2. pela essência da pessoa do Espírito e de sua função na conversão dos perdidos; 3. pela clara ligação entre os avivamentos históricos e o avanço missionário.<span id="more-418"></span></p>
<p><strong> A essência da pessoa do Espírito e de sua função na Igreja de Cristo</strong> &#8212; Em Lucas 24, Jesus promete enviar-nos um consolador, que é o Espírito Santo. Este viria sobre a Igreja em Atos 2 de forma mais permanente. Ali a Igreja seria revestida de poder. O termo grego utilizado para “consolador” é “parakletos” e literalmente significa “estar ao lado” [3]. É um termo composto por duas partículas: a preposição “para”, que indica “ao lado de”, e “kletos”, do verbo “kaleo” que significa “chamar”. Portanto, vemos aqui a pessoa do Espírito, o cumprimento da promessa, o chamado para habitar a Igreja, permanecendo ao lado dela para o propósito de Deus.</p>
<p>Segundo John Knox a essência da função do Espírito Santo é estar ao lado da Igreja de Cristo, fazê-la possuir a face de Cristo e espalhar o nome de Cristo [4]. Nessa percepção, O Espírito Santo trabalha para fazer a Igreja mais parecida com seu Senhor e fazer o nome do Senhor da Igreja conhecido na terra.</p>
<p><strong> A essência da pessoa do Espírito e de sua função na conversão dos perdidos &#8211;</strong> Cremos que é o Espírito Santo quem convence o homem do seu pecado.  O homem natural sabe que é pecador, porém apenas com a intervenção do Espírito ele passa a se sentir perdido. Portanto em toda a apresentação do evangelho, se o Espírito Santo não convencer o homem do pecado e do juízo, nossa exposição da verdade de Cristo não passará de uma apologia humana (1Ts 1.5).</p>
<p>Francis Shaeffer em seu L’abri ensinava a diferença entre a consciência de pecado e a consciência de resgate. Todo ser humano possui uma consciência moral de erro. Ele expõe que a consciência de imperfeição é inerente ao homem, e aceita pelo mesmo. Isto, por outro lado, não o leva a se sentir perdido e necessitado de ser resgatado. Sem a intervenção e o trabalho do Espírito, o homem natural não busca Deus e não sente a necessidade de salvação ou perdão.</p>
<p>Todos já passamos por uma experiência evangelística em que apresentamos Cristo a alguém com o coração endurecido. Às vezes até este alguém observava o que dizíamos sobre o Cristianismo de forma crítica e com zombarias. Mas mesmo assim lhe apresentamos o mesmo evangelho uma, duas, cinco vezes. Na sexta, nada novo é falado. O mesmo evangelho é apresentado, porém nesse momento a Palavra entra em sua mente, desce ao coração e gera quebrantamento, consciência de que está perdido e precisa de Deus. Há ali uma entrega pessoal ao Senhor Jesus. A pessoa do Espírito Santo, sua natureza e missão, é quem faz a diferença entre um ouvir acomodado do evangelho e um possuir sede de Deus.</p>
<p><strong>A clara ligação entre os avivamentos históricos e os movimentos missionários &#8211;</strong> Se observarmos os ciclos de avivamentos perceberemos que a proclamação da Palavra se torna uma consequência natural dessa ação do Espírito [5] .</p>
<p>Como resultado de um avivamento, a partir de 1730, John Wesley durante 50 anos pregou cerca de 3 sermões por dia, a maior parte ao ar livre, tendo percorrido 175.000km a cavalo pregando 40.000 sermões ao longo de sua vida.</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1727, a Igreja moraviana passa a enviar missionários para todo o mundo conhecido da época, chegando a enviar, ao longo de 100 anos, mais de 3.600 missionários.</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1784, após ler a biografia do missionário David Brainerd, o estudante William Carey foi chamado por Deus para evangelizar os indianos. Após uma vida de trabalho conseguiu traduzir a Palavra de Deus para mais de 20 línguas locais</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1806, Adoniran Judson teve uma forte experiência com Deus e se propôs a servir a Cristo, indo depois para a Birmânia, onde foi encarcerado e perseguido durante décadas, mas deixou aquele país com 300 igrejas plantadas e mais de 70 pastores.</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1882, Moody pregou na Universidade de Cambridge e 7 homens se dispuseram ao Senhor para a obra missionária e impactaram o mundo da época. Foram chamados “os 7 de Cambridge”, que incluía Charles Studd [6] . Este foi para a África, percorreu 17 países e pregou a mais de meio milhão de pessoas. Fundou A Missão de Evangelização Mundial, que conta hoje com mais de 4.000 missionários no mundo.</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1855 Deus falou ao coração de um jovem franzino e não muito saudável para se dispor ao trabalho transcultural em um país idólatra e selvagem. Vários irmãos de sua igreja tentavam dissuadi-lo, mas ele preferiu ouvir Deus e foi. Assim, Ashbel Green Simonton que veio e atuou no Brasil na segunda metade do século XIX, sendo o fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil.</p>
<p>Como resultado de um avivamento, em 1950, no Wheaton College 500, jovens foram chamados para a obra missionária ao redor do mundo a partir da pregação da Palavra. E obedeceram. Dentre eles estavam Jim Elliot que foi morto tentando alcançar a tribo Auca, na Amazônia, em 1956. A partir de seu martírio, houve um grande avanço missionário em todo o trabalho indígena e não indígena. Um destes jovens é o Dr Russel Shedd que abençoa o nosso país com fidelidade e integridade ao longo dos anos. Seu ministério e intensa atuação na Igreja brasileira são fruto de um avivamento que despertou jovens e os levou a desenvolverem ministérios de transformação e impacto em todo o mundo.</p>
<p>Tendo em mente os três níveis de relação entre o Espírito Santo e as Missões nessa macroestrutura, podemos observar alguns valores bíblicos sobre esse tema, revelados em Atos 2, durante o Pentecoste.</p>
<h2><strong>O Pentecoste e a proclamação</strong></h2>
<p>O Espírito Santo é a pessoa central no capítulo 2 de Atos, e Lucas é justamente o autor sinóptico que mais fala sobre ele utilizando expressões como “ungido” pelo Espírito, ou “poder” do Espírito ou ainda “dirigido” pelo Espírito. Isso demonstra que, na teologia Lucana, o Espírito Santo era realmente o “Parakletos” que viria.</p>
<p>O Pentecoste, dentre todas as festas judaicas, era, segundo Julius, o evento mais frequentado e acontecia sob clima de reencontros, já que judeus que moravam em terras distantes empreendiam, nessa época do ano, longas jornadas para ali estar no quinquagésimo dia após a páscoa.</p>
<p>Chegamos ao momento do Pentecoste. Fenômenos estranhos aos de fora e incomuns à Igreja aconteceram nesse momento, e a Palavra resume-os falando sobre um som como “vento impetuoso” (no grego “echos”, usado para o estrondo do mar). E “línguas como de fogo” que pousavam sobre cada um. Diz a Palavra que “ficaram cheios do Espírito Santo” e começaram a falar “em outras línguas”. E Lucas fecha o versículo 4 com a expressão “segundo o Espírito lhes concedia”.</p>
<p>No versículo 4, o texto utiliza os termos “eterais glossais” para afirmar que eles falaram em outras “glosse” , línguas, expressão usada para línguas humanas, idiomas. Mas, a fim de não deixar dúvidas, no versículo 8, o texto nos diz que cada um ouviu em sua “própria língua” usando aqui o termo “dialekto”, que se refere aos dialetos ali presentes. As línguas faladas, e ouvidas no Pentecoste, portanto, eram humanas. Mas onde ocorreu o milagre? Naquele que falou ou nos ouvidos dos que ouviram? É possível que tenha sido nos ouvidos dos que ouviram, pois a mensagem, pregada foi compreendida “idia dialekto” — no próprio dialeto de cada um. O certo, porém, é que Deus atuou sobrenaturalmente a fim de que a mensagem do Cristo vivo fosse compreendida, de forma nítida e clara, por todos os ouvintes.</p>
<p>Em meio a esse momento atordoante (vento, fogo, som e línguas), o improvável acontece. Aquilo que seria apenas uma festa espiritual interna para 120 pessoas chega até as ruas. O caráter missiológico do evangelho é exposto. Com certeza, o Senhor já queria demonstrar desde os primeiros minutos da chegada definitiva do Espírito sobre a Igreja que este poder — “dinamis” de Deus — não havia sido derramado apenas para um culto cristão restrito, para a alegria íntima dos salvos ou para a confirmação da fé dos mártires.</p>
<p>O plano de Deus incluía o mundo de perto e de longe em todas as gerações vindouras. E nada melhor do que o Pentecoste para demonstrar tal amplitude. Ali 14 nações estavam presentes e, no meio desta balbúrdia da manifestação de Deus, cada uma — milagrosamente — passou a ouvir o evangelho em sua própria língua.</p>
<p>Era o Espírito Santo mostrando já na sua chegada para o que viria. Em um só momento, Deus fez cumprir não apenas o “recebereis poder”, mas também o “sereis minhas testemunhas”. A Igreja revestida nasceu com uma missão: testemunhar sobre Jesus.</p>
<p>Daí muitos se convertem e a Igreja passa de 120 crentes para 3.000, e depois 5.000. Não sabemos o resultado daqueles representantes de 14 povos voltando para suas terras com o evangelho vivo e claro “em sua própria língua”, mas podemos imaginar que o nome de Jesus passou a ser repetido com intensidade tanto em Jerusalém quanto além fronteiras.</p>
<p>Após o sermão de Pedro, em que anuncia Cristo, no verso 37, registra-se que “ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração (ARA)”, e o termo usado aqui para “compungir” vem de “katanusso”, que segundo Meyer é usado para uma “forte ferroada”, ou ainda para “uma dor profunda que faz a alma chorar”. A Palavra afirma que “naquele dia juntaram-se a eles quase três mil pessoas”. Era o Espírito Santo usando o cenário do Pentecoste para alcançar homens de perto e de longe.</p>
<p>Uma conclusão clara no texto é que a presença do Espírito Santo leva a mensagem para as ruas, para fora do salão, e alcança pessoas de perto e de longe.</p>
<p>Havia naquele lugar, ouvindo a Palavra de Deus através de uma Igreja revestida de Poder pelo Espírito Santo, homens de várias nações distantes, judaizantes, além de judeus de perto, que moravam do outro lado da rua. De terras distantes, o texto registra que havia “Partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia próximas a Cirene, e romanos aqui residentes, tanto judeus como convertidos ao judaísmo, cretenses e árabes” e que todos ouviram falar “das grandezas de Deus”.</p>
<p><strong>A ação do Espírito Santo não produz uma Igreja enclausurada</strong> &#8211;  Esta Igreja cheia do Espírito Santo passa a crescer onde está e em Atos 8 o Senhor a dispersa por todos os cantos da terra. E diz a Palavra que “os que eram dispersos iam por toda parte pregando a Palavra”.</p>
<p>Uma Igreja cheia do Espírito é uma igreja missionária, proclamadora do evangelho e conduzida para as ruas, jamais enclausurada.</p>
<p><strong>A ação do Espírto Santo não produz uma Igreja segmentada</strong> &#8212;  Após a ação do Espírito sobre os 120, depois 3.000, e depois 5.000, não houve segmentação, divisão, grupinhos na Igreja.</p>
<p>Eles eram diferentes. Alguns gostavam de adorar a Deus no templo, outros de casa em casa. Alguns eram judeus, outros judaizantes, e ainda outros gentios. Alguns haviam caminhado com Jesus, outros jamais o viram pessoalmente. Mas a Igreja possuía “um só coração e uma só alma” como resultado direto da ação do Espírito Santo em Atos 2.</p>
<p>A diversidade não conduzia a Igreja a segmentações. A unidade em Cristo era mais forte do que a diversidade humana, e assim a Igreja caminhava a um só passo.</p>
<p><strong>A ação do Espírito Santo não produz uma Igreja autocentrada</strong> &#8212;  Certamente uma Igreja que havia experimentado o poder de Deus, de forma tão próxima e visível, seria impactada pelo sobrenatural.</p>
<p>Porém, quando a ação sobrenatural é conduzida pelo Espírito Santo, a única pessoa que se destaca é Jesus. A única pessoa exaltada é Jesus. A única pessoa que aparece é Jesus. E o resultado é que outros passam a amar mais Jesus.</p>
<p>A ação evangelizadora jamais foi resultado de habilidade humana ou metodologia certeira, mas, sim fruto da ação do Espírito que convence o homem do pecado e do juízo. A dependência da ação do Espírito é, portanto, condição necessária e fundamental para sonharmos com igrejas nascendo e se multiplicando, em Cristo, para a glória do Pai.</p>
<p><span style="color:#888888;">__________________________<br />
<strong>Notas</strong><br />
1 Há um progressivo avanço do Cristianismo sobre o Islamismo a partir da forte entrada missionária em países islâmicos bem como de um fortalecimento do islamismo radical que tem enfraquecido o apelo do Islã no mundo<br />
2 JOHNSTONE, Patrick. The church is bigger than you think. Fearn, UK, Christian Focus, 1998.<br />
3 Ou permanecer ao lado de alguém. O “parakletos” era um ajudador, colaborador para que alguma missão ou propósito pudesse acontecer<br />
4 MURRAY, Stuart. Church planting: Laying foundations. Carlisle, Cumbria, Paternoster, 1998.<br />
5 Stott, John, op. cit., p. 54<br />
6 Um dos maiores desportistas do final do século XIX, e milionário, abandonou fortuna e fama para se entregar à obra missionária na África. Fundador da WEC International — Missão AMEM no Brasil</span></p>
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		<item>
		<title>O custo do não-discipulado</title>
		<link>http://cordeldavida.wordpress.com/2009/09/14/o-custo-do-nao-discipulado/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 21:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Barbosa

Em 1937, o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer publicou seu famoso livro “O Custo do Discipulado”. Uma exposição do Sermão do Monte, na qual ele comenta o que significa seguir a Cristo. O contexto era a Alemanha no início do nazismo. Sua preocupação era combater o que ele chamou de “graça barata”, essa graça que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=415&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Ricardo Barbosa</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-416" title="090916_custo-nao-discipulado" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/09/090916_custo-nao-discipulado.gif?w=445&#038;h=150" alt="090916_custo-nao-discipulado" width="445" height="150" /></p>
<p>Em 1937, o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer publicou seu famoso livro “O Custo do Discipulado”. Uma exposição do Sermão do Monte, na qual ele comenta o que significa seguir a Cristo. O contexto era a Alemanha no início do nazismo. Sua preocupação era combater o que ele chamou de “graça barata”, essa graça que oferece perdão sem arrependimento, comunhão sem confissão, discipulado sem cruz. Uma graça que não implica obediência e submissão a Cristo. Seu compromisso com Cristo e sua cruz o levou a morte prematura em abril de 1945.</p>
<p>“O Custo do Discipulado” é um livro que precisa ser lido pelos cristãos brasileiros do século 21, com sua fé secularizada, sua moral relativizada, sua ética minimalista e sua espiritualidade privada e narcisista. A “graça barata” tem nos levado a conceber um cristianismo medíocre e uma espiritualidade que não expressa a nobreza do reino de Deus.</p>
<p>A fé cristã não é o produto de uma subcultura religiosa. Também não é apenas um conjunto de dogmas e doutrinas que afirmamos crer. É , antes de tudo, um chamado de Cristo para segui-lo. Um chamado para tomar, cada um, a sua cruz de renúncia ao pecado e obediência sincera a tudo quanto Cristo nos ensinou e ordenou.</p>
<p>Muitos olham para este chamado e reconhecem que o preço para seguir a Cristo é muito alto. Esta foi a preocupação de Bonhoeffer. De fato é. Amar os inimigos, abençoar os que nos rejeitam, orar por todos os que nos perseguem, sem dúvida é muito difícil. Perdoar os que nos ofendem, resistir as tentações, buscar antes de qualquer outra coisa o reino de Deus e sua justiça e fazer a vontade de Deus aqui na terra como ela é feita nos céus, não é fácil. Resistir aos impulsos consumistas numa cultura hedonista, preservar uma conduta moral e ética elevada em meio a tanta corrupção e promiscuidade definitivamente tem um preço muito elevado. Porém, precisamos ver tudo isto por outro ângulo.<span id="more-415"></span></p>
<p>Se o custo do discipulado é alto, já imaginou o custo do não-discipulado? Se amar o inimigo é difícil, tente odiá-lo! Se honrar pai e mãe é custoso, pense na possibilidade de não fazê-lo! Se viver em obediência a Cristo, renunciando o pecado, exige muito, procure ignorar isto!</p>
<p>Vivemos hoje uma sociedade enferma. O número de divórcios aumenta cada dia. O número de filhos que desconhecem o pai é alarmante. As doenças de fundo emocional multiplicam-se. A violência cresce. A corrupção parece não ter fim. Os transtornos psíquicos na infância assustam os especialistas. A raiz da enfermidade pessoal e social, em grande parte, é o não-discipulado. Não considerar os mandamentos de Cristo, seu magnífico ensino no Sermão do Monte, seu chamado para a renúncia ao pecado e a necessidade de diariamente tomar a cruz da obediência para segui-lo tem um custo incalculavelmente maior.</p>
<p>Jesus nos conta a parábola de um homem que descobriu um grande tesouro que estava escondido em um campo. Com muita alegria, tomou tudo o que tinha, vendeu e, com o dinheiro, comprou o campo e com ele seu tesouro. Desfazer de tudo o que tinha foi uma decisão fácil tendo em vista o tesouro que iria adquirir. Só iremos compreender a importância da contrição e do arrependimento, da confissão e da renúncia ao pecado, da obediência aos mandamentos e do valor da cruz se tivermos consciência da riqueza que nos espera.</p>
<p>Pagamos um alto preço pela “graça barata”. Nossas famílias sofrem por causa dela. Nossos filhos encontram-se confusos e perdidos. A nação afunda-se na lama da corrupção, da violência e da promiscuidade. Nossas igrejas transformaram-se em centros de entretenimento religioso, com um comércio de falsas promessas em troca de um evangelho sem cruz e de um reino onde cada um é seu próprio rei.</p>
<p>O chamado de Cristo para sermos seus discípulos, com seu “alto custo”, é o único caminho possível para a liberdade. A única opção para a verdadeira humanidade. A única esperança para nossa sociedade enferma. Se seguir a Cristo exige muito, lembre que não segui-lo vai lhe custar muito mais.</p>
<p><span style="color:#888888;">–<br />
Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília.</span></p>
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		<title>A soberania de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 20:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Livre-arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Soberania de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[Charles Spurgeon

De acordo com o esquema do livre-arbítrio, o Senhor tem boas intenções, mas precisa aguardar como um servo, a iniciativa de sua criatura, para saber qual é a intenção dela. Deus quer o bem e o faria, mas não pode, por causa de um homem indisposto, o qual não deseja que sejam realizadas as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=408&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Charles Spurgeon</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-411" title="090914_soberania-de-deus" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/09/090914_soberania-de-deus.gif?w=445&#038;h=150" alt="090914_soberania-de-deus" width="445" height="150" /></p>
<p>De acordo com o esquema do livre-arbítrio, o Senhor tem boas intenções, mas precisa aguardar como um servo, a iniciativa de sua criatura, para saber qual é a intenção dela. Deus quer o bem e o faria, mas não pode, por causa de um homem indisposto, o qual não deseja que sejam realizadas as boas coisas de Deus. O que os senhores fazem, senão destronar o Eterno e colocar em seu lugar a criatura caída, o homem?</p>
<p>Pois, de acordo com essa teoria, o homem aprova, e o que ele aprova torna-se o seu destino. Tem de existir um destino em algum lugar; ou é Deus ou é o homem quem decide. Se for Deus Quem decide, então Jeová se assenta soberano em seu trono de glória, e todas as hostes Lhe obedecem, e o mundo está seguro. Em caso contrário, os senhores colocam o homem em posição de dizer: “Eu quero” ou “Eu não quero. Se eu quiser, entro no céu; se quiser, desprezarei a graça de Deus. Se quiser, conquistarei o Espírito Santo, pois sou mais forte do que Deus e mais forte que a onipotência.</p>
<p>Se eu decidir, tornarei ineficaz o sangue de Cristo, pois sou mais poderoso que o sangue, o sangue do próprio Filho de Deus. Embora Deus estipule seu propósito, me rirei desse propósito; será o meu propósito que fará o dEle realizar-se ou não”.</p>
<p>Senhores, se isto não é ateísmo, é idolatria; é colocar o homem onde Deus deveria estar. Eu me retraio, com solene temor e horror, dessa doutrina que faz a maior das obras de Deus – a salvação do homem – depender da vontade da criatura, para que se realize ou não. Posso e hei de me gloriar neste texto da Palavra, em seu mais amplo sentido: “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm 9.16).</p>
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		<title>A luz do conhecimento da Glória de Deus</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 13:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Missões]]></category>

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		<description><![CDATA[

Se eu não fizer o máximo para mostrar às nações a &#8220;luz do conhecimento da Glória de Deus na face de Cristo&#8221;, estarei, na realidade, dizendo: &#8220;Não é infinitamente valioso. Não é absolutamente necessário para a vida eterna. Não é suficientemente grande para satisfazer as necessidades mais profundas de todas as culturas sobre a terra.&#8221;
&#8211; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=399&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-372" title="_pensenisso" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/06/pensenisso.gif?w=445&#038;h=100" alt="_pensenisso" width="445" height="100" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-243" title="_aspas" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/04/_aspas.gif?w=42&#038;h=24" alt="_aspas" width="42" height="24" /></p>
<p style="padding-left:60px;"><strong>Se eu não fizer o máximo para mostrar às nações a &#8220;luz do conhecimento da Glória de Deus na face de Cristo&#8221;, </strong>estarei, na realidade, dizendo: &#8220;Não é infinitamente valioso. Não é absolutamente necessário para a vida eterna. Não é suficientemente grande para satisfazer as necessidades mais profundas de todas as culturas sobre a terra.&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;">&#8211; John Piper</span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cordeldavida.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cordeldavida.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cordeldavida.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cordeldavida.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cordeldavida.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cordeldavida.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cordeldavida.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cordeldavida.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cordeldavida.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cordeldavida.wordpress.com/399/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=399&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma coisa que você não pode fazer no céu</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 12:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia prática]]></category>

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		<description><![CDATA[Jônatas Cunha

“Evangelismo: uma coisa que você não pode fazer no céu” é uma leitura excelente, e porque não dizer, obrigatória. É um livro cheio de histórias fascinantes e sugestões práticas empolgantes que certamente te desafiarão a testemunhar do evangelho para alguém. Seu propósito não é de establecer uma teologia da evengelização nem uma soteriologia, e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=387&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Jônatas Cunha</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-338" title="_leiturarecomendada" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/06/leiturarecomendada.gif?w=445&#038;h=100" alt="_leiturarecomendada" width="445" height="100" /></p>
<p><strong>“Evangelismo: uma coisa que você não pode fazer no céu”</strong> é uma leitura excelente, e porque não dizer, obrigatória. É um livro cheio de histórias fascinantes e sugestões práticas empolgantes que certamente te desafiarão a testemunhar do evangelho para alguém. Seu propósito não é de establecer uma teologia da evengelização nem uma soteriologia, e sim estimular e equipar seus leitores para essa tarefa. Por isso, o autor não expressa claramente sua linha teológica, que fica expressa apenas nas entrelinhas. Há alguns erros de revisão que, creio eu, devem ser corrigidos em uma próxima edição. O livro é de <strong>Mark Cahill</strong> e é editado pela <strong><a href="http://http//www.loja.sheddpublicacoes.com.br/">Shedd Publicações</a></strong>.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-389" title="090817_evangelismo" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/08/090817_evangelismo.gif?w=81&#038;h=128" alt="090817_evangelismo" width="81" height="128" />Mark Cahill é formado em Administração de Empresas pela Universidade Auburn. Depois de passar alguns anos no mundo dos negócios, foi convertido a Jesus Cristo e pediu a Deus que o colocasse onde pudesse tocar tantas vidas quanto possível. Desde então, vem falando com mais de 25 mil pessoas por ano em igrejas, retiros, conferências, acampamentos etc. Sua verdadeira vocação é testemunhar, seja em shoppings, festivais de música e arte, praias, eventos esportivos, bairros boêmios, ou onde quer que se encontrem os perdidos.</p>
<p>Segue abaixo apenas um pequeno trecho do primeiro capítulo…</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-243" title="_aspas" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/04/_aspas.gif?w=42&#038;h=24" alt="_aspas" width="42" height="24" /></p>
<p style="padding-left:60px;">Fiquei de queixo caído. Nós sempre pensamos que as pessoas não querem falar a respeito da eternidade e de Jesus, mas essa é apenas mais uma mentira do diabo. Aquela jovem estava em busca de verdade eterna, e Deus a manteve fora de casa muito depois de seu toque de recolher para ouvir a informação que ela verdadeiramente procurava. O salmo 145.18 diz: “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.” Deus colocou uma percepção de sua verdade no coração de todo homem e de toda mulher. Por mais que as pessoas empurrem isso bem para o fundo, continua lá. Sabem que há mais do que apenas o relativismo desta vida. É nossa tarefa ajudá-las a achar a verdade que está esperando por elas na eternidade, quem Deus é e como podem entregar-se a ele e viver pelos princípios dele.</p>
<p style="padding-left:60px;">(…)</p>
<p style="padding-left:60px;">Nunca vou me esquecer daquela moça. Mas o que me teria levado a querer falar com ela naquela noite? Aqui está um dos motivos – e é um item importante da verdade eterna. Posso garantir que há uma coisa que você não pode fazer no céu, mas pode fazer na Terra. Você pode adorar a Deus no céu. Pode louvar a Deus no céu. Pode cantar músicas a Deus no céu. Pode aprender a palavra de Deus no céu. Mas uma coisa que você não pode fazer no céu é compartilhar sua fé com um não-crente.</p>
<p>Boa leitura!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cordeldavida.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cordeldavida.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cordeldavida.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cordeldavida.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cordeldavida.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cordeldavida.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cordeldavida.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cordeldavida.wordpress.com/387/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cordeldavida.wordpress.com/387/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cordeldavida.wordpress.com/387/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=387&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Ice-Breakers</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 12:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonatascunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Pioneirismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ronaldo Lidóri0

Tive o privilegio de colaborar com algumas equipes missionárias na Asia central nas últimas semanas. Pessoas preciosas partilhando o evangeho de Cristo em um contexto de franca restrição a qualquer ação evangelizadora. Algumas familias habitam áreas do interior, nas montanhas, sem eletricidade e com invernos que chegam a 30 graus abaixo de zero.
A Ásia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cordeldavida.wordpress.com&blog=5125995&post=384&subd=cordeldavida&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#888888;">Ronaldo Lidóri0</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="090820_ice-breakers" src="http://cordeldavida.files.wordpress.com/2009/08/090820_ice-breakers.gif?w=445&#038;h=150" alt="090820_ice-breakers" width="445" height="150" /></p>
<p>Tive o privilegio de colaborar com algumas equipes missionárias na Asia central nas últimas semanas. Pessoas preciosas partilhando o evangeho de Cristo em um contexto de franca restrição a qualquer ação evangelizadora. Algumas familias habitam áreas do interior, nas montanhas, sem eletricidade e com invernos que chegam a 30 graus abaixo de zero.</p>
<p>A Ásia Central é conhecida como o telhado do mundo com mais de 80% de seu território formado por altas montanhas. Abriga mais de 80 milhões de pessoas, sendo 90% de confissão islâmica, alguma influência xamânica e também forte orientação humanista devido a antiga presença soviética. Países como o Tadjiquistão, Paquistão, Casaquistão, Uzbequistão, Quirquistão e Turcomenistão, entre outros, possuem uma Igreja ainda incipiente, basicamente formada por pequenos grupos que se reúnem em casas. Há algumas poucas igrejas evangélicas oficialmente reconhecidas pelos governos, porém com igual limitação para qualquer comunicação do evangelho fora dos locais e horários autorizados para suas reuniões. Nao é incomum a presença da polícia secreta nestes ajuntamentos a fim de observar alguma possível iniciativa missionária.</p>
<p>Por outro lado, ao passo que a situação se torna cada vez mais restrita para a presenca missionária externa, os crentes locais têm se levantado em muitos lugares com coragem e determinação para espalhar o evangelho. O povo, alegre e hospitaleiro, usa este ambiente relacional para partilhar de Jesus. Um pastor, em um destes países, partilhou como sua pequena igreja, sob constante vigilância, desenvolveu o alvo de evangelizar 1 milhão de pessoas. A cada culto eles recitam juntos a visão da comunidade: “… ser uma ferramenta de evangelização para 1 milhão de pessoas em nosso país”. Oremos por proteção do Alto bem como por coragem e oportunidades para anunciarem o evangelho. Também por amadurecimento na Palavra visto a incipiente Igreja possuir pouca literatura bíblica disponível e poucos líderes com melhor preparo.<span id="more-384"></span></p>
<p>Durante um dos seminários eu procurava alguma analogia que pudesse bem representar as equipes missionárias nesta região. Veio a minha mente a lembrança dos barcos usados para quebrar o gelo marítimo do Alasca, os conhecidos ice-breakers. São barcos pequenos, com motores potentes e a proa construída de aço com espessura dobrada , e afiada, que funciona como um machado que bate e quebra a superfície congelada dos mares do norte a medida que o barco avança.</p>
<p>Após os ice-breakers realizarem seu trabalho, chegam os grandes barcos turísticos que seguem para conhecer a linda e exótica região. Neste momento o clima é de festa e deslumbramento, porém quebrar o gelo não foi tarefa fácil, nem rápida.</p>
<p>Olhando os ice-breakers de longe, as vezes tem-se a impressão que estão parados por dias em meio àqueles enormes blocos de gelo. Observando mais de perto, porém, se nota que o gelo tem sido quebrado, metro a metro, e os pequenos barcos se movem a frente, vagarosamente, realizando tão pesado trabalho.</p>
<p>Em várias partes do mundo a Igreja de Cristo enfrenta restrição para existir e as vezes perseguição por partilhar sua fé. A Missão Portas Abertas anuncia a lista atualizada de países onde a Igreja sofre maior perseguição. Da Amazônia Sul Americana até o continente Asiático, passando pelo Europa e o coração Africano, há vários e vários lugares onde a pregação do evangelho é restrita, seja por barreiras políticas, religiosas ou sociais. Lugares onde partilhar sua fe é um risco, seja de permanência, perseguição ou mesmo de encarceramento e morte.</p>
<p>Tais missionários, bem como o povo das igrejas locais, devem, porém, se lembrar que após quebrarem o gelo virão navios com milhões de pessoas que usarão o caminho penosamente aberto . Neste dia haverá deslumbramento e alegria pela bondade do Senhor que em meio ao contexto mais improvável fez algo novo acontecer. Para vocês que andam e choram enquanto semeiam, continuem a andar, chorar e semear, pois um dia o fruto da semente estará perante o Cordeiro Jesus. Cada metro de gelo quebrado é um caminho aberto para milhões.</p>
<p>A embrionária Igreja Asiática central tem orado intensamente para que o Senhor chame mais e mais semeadores para esta parte do mundo. Que a Igreja brasileira se levante em intercessão, apoio e envio missionário a fim de que nestas planícies e montanhas a semente germine, para a glória do Nome acima de todo Nome.</p>
<p><span style="color:#888888;">–<br />
Ronaldo Lidório é pastor presbiteriano, membro da APMT (Agência Presbiteriana de Missões Transculturais) e AMEM. Atuou como plantador de Igrejas em Gana, na África, e atualmente lidera uma equipe missionária entre as diversas etnias indígenas na Amazônia brasileira. É doutor em Antropologia Cultural.</span></p>
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