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Uma coisa que você não pode fazer no céu
Jônatas Cunha

“Evangelismo: uma coisa que você não pode fazer no céu” é uma leitura excelente, e porque não dizer, obrigatória. É um livro cheio de histórias fascinantes e sugestões práticas empolgantes que certamente te desafiarão a testemunhar do evangelho para alguém. Seu propósito não é de establecer uma teologia da evengelização nem uma soteriologia, e sim estimular e equipar seus leitores para essa tarefa. Por isso, o autor não expressa claramente sua linha teológica, que fica expressa apenas nas entrelinhas. Há alguns erros de revisão que, creio eu, devem ser corrigidos em uma próxima edição. O livro é de Mark Cahill e é editado pela Shedd Publicações.
Mark Cahill é formado em Administração de Empresas pela Universidade Auburn. Depois de passar alguns anos no mundo dos negócios, foi convertido a Jesus Cristo e pediu a Deus que o colocasse onde pudesse tocar tantas vidas quanto possível. Desde então, vem falando com mais de 25 mil pessoas por ano em igrejas, retiros, conferências, acampamentos etc. Sua verdadeira vocação é testemunhar, seja em shoppings, festivais de música e arte, praias, eventos esportivos, bairros boêmios, ou onde quer que se encontrem os perdidos.
Segue abaixo apenas um pequeno trecho do primeiro capítulo…

Fiquei de queixo caído. Nós sempre pensamos que as pessoas não querem falar a respeito da eternidade e de Jesus, mas essa é apenas mais uma mentira do diabo. Aquela jovem estava em busca de verdade eterna, e Deus a manteve fora de casa muito depois de seu toque de recolher para ouvir a informação que ela verdadeiramente procurava. O salmo 145.18 diz: “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.” Deus colocou uma percepção de sua verdade no coração de todo homem e de toda mulher. Por mais que as pessoas empurrem isso bem para o fundo, continua lá. Sabem que há mais do que apenas o relativismo desta vida. É nossa tarefa ajudá-las a achar a verdade que está esperando por elas na eternidade, quem Deus é e como podem entregar-se a ele e viver pelos princípios dele.
(…)
Nunca vou me esquecer daquela moça. Mas o que me teria levado a querer falar com ela naquela noite? Aqui está um dos motivos – e é um item importante da verdade eterna. Posso garantir que há uma coisa que você não pode fazer no céu, mas pode fazer na Terra. Você pode adorar a Deus no céu. Pode louvar a Deus no céu. Pode cantar músicas a Deus no céu. Pode aprender a palavra de Deus no céu. Mas uma coisa que você não pode fazer no céu é compartilhar sua fé com um não-crente.
Boa leitura!
O mal que habita em mim
Fernanda Cunha

O livro, O mal que habita em mim, de Kris Lundgaard, nos leva a refletir sobre a lei do pecado que não descansa, ao contrário, trabalha firme em nós, “incitando-nos das profundezas do nosso coração.” Pois, nosso coração é um labirinto onde o pecado se esconde e nossa carne constitui um inimigo suficiente que nos odeia, porque Deus está em nós.
Mas Jesus Cristo nos dá uma esperança! O amigo do pecador, que nos leva a humilharmos nosso coração pela majestade de Deus e alimentarmos a chama do nosso amor e recebermos a paz que nos purifica da culpa.
Este livro nos apresenta o Espírito de Deus que deseja ardentemente convencer nosso coração do perigo do pecado, acalmar nossa alma e nos santificar. Vale a pena conferir! O livro foi editado pela Cultura Cristã.
Viciados em Mediocridade

Li apenas um trecho do livro “viciados em mediocridade” de Franky Schaeffer, do qual destaco este trecho:
“Na maior parte do tempo os cristãos vivem na tensão entre suas atividades espirituais e o resto da sua vida. Entretanto, o cristianismo deveria ser uma experiência libertadora que abre nosso entendimento para apreciar mais do mundo de Deus. Somos aqueles que foram libertos para ver o mundo como realmente é, desfrutando e nos divertindo com a diversidade e a beleza da criação.”
Quero ler esta obra completa!!
CS Lewis

Na leitura do “Príncipe Caspian”, quarto livro de CS Lewis das Crônicas de Nárnia, deparei-me com uma interessante reflexão de Lúcia, a menor dos irmãos protagonistas do livro, que se encontra com a terrível realidade de que os antigos animais falantes, polidos e educados de Nárnia tornaram-se mudos e selvagens. Ela diz:
“Não seria medonho se um dia, no nosso mundo, os homens se transformassem por dentro em animais ferozes, como os daqui, e continuassem por fora parecendo homens, e a gente nunca soubesse distinguir uns dos outros?”
Lewis foi certeiro: descreveu o que já aconteceu aos homens…
Celebração da Disciplina
Revendo a obra de Richard Foster nos salta aos olhos algo interessante:
“A superficialidade é a maldição de nosso tempo. A doutrina da satisfação instantânea é, antes de tudo, um problema espiritual. A necessidade urgente hoje não é de um número maior de pessoas inteligentes, ou dotadas, mas de pessoas profundas.”
(Richard Foster – Celebração da Disciplina)