Jônatas Cunha

“Hoje está tão frio! Acho que não vou à igreja”. Se você nunca disse isso, tenho certeza de que, pelo menos uma vez, já pensou. Não é difícil encontrar (ou inventar) desculpas como essa para não irmos à igreja. No inverno a desculpa é o frio, no verão é o calor, na primavera é a chuva. Durante a semana é o trabalho, no fim de semana é o descanso, no feriado é o recesso. De manhã é cedo demais, à noite é muito tarde.
Também temos desculpas para não nos envolver com o trabalho do Reino de Deus. A mais comum é a falta de tempo, mas também usamos a falta de dons ou a timidez. E por aí vai. Arrumamos desculpas para não orar, para não ler a Bíblia, para não evangelizar, para não dar o dízimo, etc. No entanto, o que estas e outras desculpas revelam é que, na verdade, não damos assim tanta importância a Deus como pensamos.
Sempre que usamos dessas desculpas desprezamos o valor eterno e infinito de Deus. É assim porque as desculpas pretendem camuflar ou justificar a troca que fazemos do valor do Reino e da Glória de Deus por coisas de valor finito. E quando trocamos Deus por qualquer coisa de valor finito, seja o que for, desprezamos o valor infinito de Deus. Na prática estamos dizendo para Ele: “Você não é nem importante, nem bom o suficiente, nem realmente necessário para mim”. Leia o resto deste post »









Mark Cahill é formado em Administração de Empresas pela Universidade Auburn. Depois de passar alguns anos no mundo dos negócios, foi convertido a Jesus Cristo e pediu a Deus que o colocasse onde pudesse tocar tantas vidas quanto possível. Desde então, vem falando com mais de 25 mil pessoas por ano em igrejas, retiros, conferências, acampamentos etc. Sua verdadeira vocação é testemunhar, seja em shoppings, festivais de música e arte, praias, eventos esportivos, bairros boêmios, ou onde quer que se encontrem os perdidos.
